Wellington Douglas dos Santos Dias

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Wellington Douglas dos Santos Dias

Ator, Performer, Diretor Teatral, Produtor Cultural e Professor de Teatro

Biografia

Iniciou sua carreira no Teatro em 2002 nas oficinas de Teatro na Escola de Artes Cândido Portinari, em Macapá-AP. Foi ator nas montagens “Sonho de uma Noite de Verão” de Shaskepeare (2003) e “O auto da barca do Inferno” de Gil Vicente (2003), direção de Álvaro Braga, “A farsa de Inês Pereira” de Gil Vicente (2004) direção de Ton Rodrigues. Co-fundador da Cia Supernova Teatro Experimental (AP), onde atuou na montagem de “Esperando Godot” (2005), direção de Zeniude Pereira e dirigiu a leitura dramática “Viúva, porém honesta” de Nelson Rodrigues (2006-2007). Co-fundador da Cia Mínimo 18 (AP), onde dirigiu o monólogo “Pau-de-Arara” (2005) de Anderson Barroso e atuou no espetáculo “Em três quartos”, co-direção de Anderson Barroso, Tássia Malena e Jenifer Noones em 2007. Ingressou como discente no curso de Artes Visuais da UNIFAP e Letras na UEAP em 2007. Em 2008 ingressou no Curso Técnico de Atores da Escola Técnica Martins Penna (RJ). Co-fundador do Bando Filhotes de Leão (RJ) onde atuou nas montagens “O califa da rua do sabão” de Arthur Azevedo (2008-2009), “Relicário” livremente inspirado em Cem Anos de Solidão de Gabriel Garcia Marques (2010-2011) e “Beco do Bandeira” inspirado nas poesias de Manuel Bandeira (2011), com direção de Sidnei Cruz. Ator em “O Bailado do Deus Morto” de Flávio de Carvalho, direção de Juliana Pamplona, com apresentações no Teatro Escola SESC de Ensino Médio (RJ) em 2008. Ator em “As aventuras do Barão de Langsdorf”, texto e direção de Sidnei Cruz no Sesc São João do Meriti- RJ (2008). Participou do Festival de Esquetes de Niterói (RJ) com o solo “O homem Boneco”, direção de Anderson Barroso (2008). Em 2009 ofertou a Oficina Imersão Teatral juntamente com Otávio Oscar no Centro Cultural Franco Amapaense e no mesmo ano realizou a oficina Teatro de Invasão a convite do Ponto de Cultura Solar Zeniude Pereira na sede da Ong Ghata (Grupo das Homossexuais Thildes do Amapá) e produção executiva do grupo Desclassificáveis em Macapá-AP. Em 2010 realizou intercâmbio com artistas amapaenses intitulado “Ateliê Suspenso” com realização de intervenções performáticas no Monumento Marco Zero do Equador e na Universidade Estadual do Amapá. Foi ator nas montagens “Quase- Uma investigação rumo a nowhere” (2013), direção de Luiza Castro na UNIRIO e “Assembléia sobre a Queda” (2013), direção de Itala Ísis na Casa Gira Mundo (RJ). Bacharel em Artes Cênicas, com habilitação em Interpretação na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), no período de 2009 a 2013. Mestrado em Direção Teatral na Ritcs School of Arts, em Bruxelas, na Bélgica, no período de 2014 a 2017. Atuou no espetáculo “The Dark world speaks”, direção de Christian Marimaan, com estreia e circuito de apresentações em 2015 nos seguintes Festivais: ITS Festival Amsterdam (Holanda), Festival Futur Liquide em Kortrijk (Bélgica), Festival De Maan em Merchelen (Bélgica) e Mayday Mayday Festival em Ghent (Bélgica). Ator em OXIGÊNIO, curta metragem com direção de Patrícia Telles (RJ) em 2014. Promoveu duas edições do Travessias- Laboratório Cênico Performativo no Espaço Tatamirô, Ilha de Santana, Casa das Palavras e Comunidade de Tessalônica com produção executiva da Cia Supernova de Teatro Experimental em 2015 e 2016 no Amapá. Em 2015 ofertou o ZERO-Laboratório Cênico Performativo no CEU das ARTES Infraero em Macapá-AP além do Intercâmbio TROCA TROCA com as companhias Casa Circo, Cia Fênix, artistas Sandro Brito, Maurício Maciel e Cristiana Nogueira em Macapá-AP. Realizou o Intercâmbio PERFORMANCE & CINEMA DE INVENÇÃO com o cineasta Renato Vallone e o Instituto Nangetu de Tradição Afro Religiosa e Desenvolvimento Social, em Belém- PA, e na Escola de Artes Cândido Portinari em Macapá- AP (2014). Coordenador Geral da Casa Gira Mundo- Fábrica de Artes e Variedades (Lapa- Rio de janeiro - RJ) com projetos voltados para arte e educação, residências artísticas e intercâmbios de linguagens (Período: 2010-2015). Artista, Oficineiro e Produtor dos projetos “Ateliê galeria de vivências poéticas”(contemplado no edital Pro Artes Visuais 2011 da Prefeitura do Rio), “Ateliê de livres trocas e devires artísticos” (contemplado no edital Micro projetos Culturais 2011 da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro), “Vivências Periféricas” (contemplado no edital Incubadora Cultural 2011 do Espaço Cultural Escola SESC do Rio de Janeiro), “Pontinho de Leitura Casa da Invenção” (Contemplado no edital Pontinho de Leitura 2010 da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro). Ministrou a Oficina “Teatro e Excentricidades” na Vila Olímpica da Mangueira e Vila Kennedy- Rio de Janeiro-RJ (2012) e nas cidades de São João da Barra e Queimados- Rio de Janeiro (2013), pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e pelo Programa Circuito das Artes 2013 da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro. • Participou do 1º Festival Circuitos Integrados Coproducciones de Arte en Cruce (2016) com os registros da performance A liberdade passeia de carroça em Buenos Aires (Argentina) realizada no Fórum Social Mundial 2009 nas ruas de Belém do Pará. Realizou a gravação de “Two poems concrets by Paulo Leminski” em parceria com o etnógrafo Jamie Duncan para a revista eletrônica Modern Poetry in translation- Inglaterra (2014). Realizou a performance ROLO no MAXXI MUSEO NAZIONALE DELLE ART DEL XXI SECOLO, em Roma- Itália à convite do Transnational Dialogue: Europa, China e Brasil (2014) e na Mostra (re) fluxus performances pós almoço no II Seminário Internacional Corpo Cênico na UNIRIO (2013). Foi professor substituto no curso de Teatro da Universidade Federal do Amapá no período de 2017 a 2019 na área de Práticas Teatrais. Concepção e Direção dos espetáculos teatrais BEING (2017) no Zinneke Space, FISSURA PUERI (2016) no Bronks Theater e INADAPTED (2017) no Campus KAAI Erasmus Hoggeschool em Bruxelas- Bélgica. Direção Cênica do show “A sua bença” de Ton Rodrigues no Pier Rio Amazonas em Macapá-AP em 2018. Dirigiu o solo cênico Jornada Bufa (2018-2019), de Jhou Santos com apresentações em diversos espaços culturais do Amapá como Teatro das Bacabeiras, CEU das Artes, Teatro Marco Zero, UNIFAP (Campus Marco Zero e Campus Santana), Centro Franco Amapaense, entre outros. Prêmio de Melhor Diretor pela peça Jornada Bufa no 4º Festival Curta Teatro (AP) em 2018. Co-fundador do Frêmito Teatro (AP), onde atua na montagem LUGAR DA CHUVA desde 2017, com temporada em São Paulo (SP) no Teatro Pequeno Ato, Galpão Humbalada, CDC Vento Leste, CEU das Artes Jaçanã, CEU das Artes Butantã (2018) e com apresentações em diversos espaços de Macapá e Santana (AP) como CEU das ARTES Infraero, UMAP-UNIFAP, SESC Araxá, Espaço Cangapé, Fortaleza de São José de Macapá, Espaço Garden in Cena, Escola Osvaldina Ferreira da Silva (Ilha de Santana), Teatro das Bacabeiras, além de ter sido selecionado para a programação de 50 anos do Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto (SP); XIV Festival de Teatro da Amazônia, em Manaus-AM e circulação pelo Banco do Amazônia se apresentando na Casa do Palhaços Trovadores, em Belém do Pará e no Teatro da Instalação, em Manaus-AM, juntamente com a oficina O ATOR FLUVIAL (2019). Em 2018 realizou a performance (In) visíveis em parceria com as artistas Dieimison Sfair, Noel Henrique, Luene Karipuna e Daylan Brazão na Residência e Festival Corpus Urbis- 4ª edição no Oiapoque, patrocínio do Rumos Itaú Cultural. Ator no Tele filme SUPER PANC ME (2019), escrito e dirigido por Marcus Vinícius de Oliveira (contemplado no 1º Edital de Audiovisual do Amapá em parceria com a ANCINE). De março a junho de 2019 ofertou gratuitamente o Oficinão Frêmito Teatro na Associação de Moradores do Bairro Perpétuo Socorro e na Escola Estadual José de Alencar em Macapá-AP. Artista contemplado no Rede Nacional Funarte de Artes Visuais 2011 do Ministério da Cultura com o projeto “Tecno Barca: Um ateliê-galeria itinerante sobre a terra das águas” e patrocínio da SECULT-AP, desenvolvido no Arquipélago do Bailique, no litoral do Estado do Amapá. Agraciado com o Prêmio Samuel Benchimol de Empreendedorismo Consciente 2012 do Banco da Amazônia e Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior para a 2ª edição do projeto em 2014 intitulado TECNO BARCA RESIDÊNCIAS ARTÍSTICAS. Em 2019 realizou o Tecno Barca III: Residências artísticas com 17 artistas nacionais e internacionais por um período de 12 dias no Arquipélago do Bailique/AP. Em 2019 participou do 4º Evento Madrugada de Performance do Coletivo TensoAtivo na Casa da Lua em Macapá-AP com a performance VÓRTEX; Coordenador de Produção da Exposição Multimídia Itinerante Tecno Barca III no Museu Sacaca (Outubro e Novembro/2019) e na Casa Viva 197, em São Paulo-SP (Agosto/2019). Em 2020 teve os seguintes trabalhos selecionados para o Mizura in Rede Encontro de Performance no Amapá (AP): DESLIZE (vídeo art) e Série Contaminação_1/ Da Baiúca Mini box de si (Fotoperformance) do Coletivo Contaminação Criativa; neste mesmo ano teve a vídeo art REALEZA DE XANGÔ FOGARÉU DA MANHÃ selecionada para a Primeira Chamada de Performance 2020 FORA DALI

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